sexta-feira, 23 de setembro de 2016

LIVRO DE SETE VENTOS NO ACRE

E a novidade agora é que o livro de Sete Ventos está em mais um endereço, dessa vez no Acre. Em agosto desse ano, em visita à Biblioteca da Floresta, Débora Almeida, autora, atriz e diretora de Sete Ventos, doou o livro à instituição e agora ele fará parte do acervo na categoria diversidade. Mais uma forma de quem não tem o livro poder acessá-lo.
A Biblioteca da Floresta é um lugar encantador, com uma equipe muito acolhedora e simpática e um excelente acervo. Além dos livros, o visitante pode acessar exposições e mostras de vídeos na cinemateca. 
A autora foi recebida com muito carinho por pela gestora Márcia Fecury e sua equipe.
Na foto, Débora Almeida com parte da equipe da biblioteca e , do seu lado
 direito  (ou do lado esquerdo da foto), Marcia Fecury, gestora da biblioteca.


Quem desejar visitar a Biblioteca da Floresta não irá se arrepender, é um lugar lindo!
Segue o endereço: Tv. Campo do Rio Branco, S/N, Rio Branco - AC, 69900-660/ telefone: (68) 3223-9939

SETE VENTOS retorna a Salvador

           Às vésperas do Dia da Mulher Negra Latino- Americana e Caribenha, estivemos em Salvador para nos apresentarmos mais uma vez no Melanina Acentuda, festival itinerante de dramaturgia negra realizado e idealizado pelo ator e dramaturgo Aldri Anunciação.
          Dessa vez apresentamos em um lugar de muita história negra: o Centro Cultural da Barroquinha, uma igreja construída em cima de um terreiro de candomblé. Lugar muito especial para levar esse espetáculo sobre mulheres negras e Iansã. Foram duas sessões, com um público maravilhoso, como sempre é quando vamos a Salvador!


Atriz Débora Almeida/ Fotógrafo Diney Araújo




sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

SETE VENTOS EM SÃO PAULO

Feliz Ano Novo e começaremos os trabalhos de 2016 em São Paulo.
No dia 05 de março, sábado, às 17h apresentaremos SETE VENTOS no SESC Interlagos/ São Paulo.
O espetáculo estará integrando a programação da Mostra Corpo Terra- Mulheres em Solo.
Estão todas e todos convidados e a entrada é gratuita.
Levaremos os nossos livros também!
Segue o link com toda a programação da mostra: http://www.sescsp.org.br/programacao/85502_CORPO+TERRA+MULHERES+EM+SOLOS#/content=programacao

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

SETE VENTOS PELO BRASIL E PELO MUNDO

Terminou o carnaval e nosso status agora é : POSTANDO
Os livros de Sete Ventos estão pegando a estrada e as rotas aéreas saindo do Rio de Janeiro para outras cidades do Brasil e do Mundo. Fora do Brasil, o livro já tem leitores nos Estados Unidos, Áustria, Chile e Argentina. Nosso livro já tem passaporte carimbado.


Voamos porque somos do vento!!!


Quer adquirir o seu? Entre em contato por aqui (na lateral do site) ou envie e-mail para a produtora: deboradeoliveira2014@gmail.com

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Lançamento de Sete Ventos em Salvador

Na semana de 14 a 17 de dezembro aconteceu em Salvador o IV Fórum Nacional de Performance Negra. Artistas, grupos e produtores de teatro e dança negras reuniram-se para discutir questões relacionadas à performance negra relacionadas à estética e à políticas públicas para o setor.
Nesse mesmo evento, autores negros de diversos estados lançaram seu livros, entre eles, Débora Almeida, atriz, diretora e dramaturga de Sete Ventos. Foi uma noite linda com declamações, performances dos autores.
Autores e seus livros



Cristiane Sobral e Débora Almeida trocam  de livros.
Não Vou mais Lavar os Pratos por Sete Ventos.
Cristiane é autora do prefácio de Sete Ventos


Débora Almeida autografa Sete Ventos para o coreógrafo
e bailarino Luiz Monteiro (RJ)


domingo, 22 de novembro de 2015

SETE VENTOS NO FESTIVAL DE ARTE NEGRA, D BELO HORIZONTE


ENCONTROS NA CENA
Dia 27 de novembro Débora Almeida estará participando do 8º FAN- Festival de Arte Negra na programação "Encontros na Cena", junto com mais 26 artistas.
O tema: Encontros na Cena- Mulher, arte e educação para as relações etnico raciais.
Horário: 15h
Local: Memorial Vale- Auditório. Praça da Liberdade
O "Encontro na Cena", reúne negras e negros, artistas e público, para colocar em pauta a cena brasileira, que pede respeito e empoderamento para mulheres, ressaltando questões raciais e d gênero. Nessa cena, quais os papeis de todas e todos na arte para a educação para as relações humanas?
Participam da conversa Débora Almeida (RJ), Teatro Olho da Rua (BH), Grupo Teatro Negro e Atitude (BH), Coletivo Negras Autoras (BH). Performance Sete ventos Café, com Débora Almeida.

Fonte: http://www.fanbh.com.br/programacao/encontros-na-cena-mulher-negra-arte-e-educacao-para-as-relacoes-etnico-raciais/

Siga o FAN: http://www.fanbh.com.br/

sábado, 31 de outubro de 2015

Resenha sobre Sete Ventos, de Luciano Maza

Essa foi a resenha que Luciano Maza fez de Sete Ventos no Melamina Acentuada.

A contadora de mulheres
Sobre "Sete Ventos" na Mostra Nova Dramaturgia da Melanina Acentuada

Por Lucianno Maza

O que é a Mostra Nova Dramaturgia da Melanina Acentuada senão um espaço precioso para que todas as etnias possam ouvir as histórias das vidas e/ou das bocas negras? Sim, um ponto de encontro do pensamento e da memória para refletir sobre nossa contemporaneidade carregada de resquícios do passado e em plena transformação por um futuro de maior equidade entre os povos. Esses três tempos surgem em "Sete Ventos" que se resulta no acontecimento-agora da teatralidade.

Chamam 'griots' os contadores de história na África. Em uma cultura transmitida pela oralidade, esses personagens das sociedades tribais são os responsáveis por entreter e fazer sonhar, mas também por transmitir valores e tradições que afetam o pensar e agir dos homens. Débora Almeida é a 'griot' desse espetáculo sobre cidadãs negras sob o signo de Iansã, vai ao mitológico africano para emergir em histórias dos cotidianos de luta dessas que carregam na cor e no sexo a exclusão e a força para arrebentar-se dos estereótipos.

A contadora de mulheres já começa confrontando seus ouvintes-espectadores. "Como é meu cabelo?" "Como é meu nariz?" "Como são meus lábios?" Evoca o fenótipo inescapável que tanto parece condenar a um destino no mundo. Seja na honesta reflexão pura sobre o alisar dos cabelos afros ou na arregimentação para uma invasão negra pelo poder e dinheiro ao bairro de classe média alta, a mulher negra surge em sete raios inspirados em depoimentos de figuras reais. Entre as histórias perpassam o abandono, a batalha, os anseios e também a felicidade.

Em cena, a 'griot' Débora Almeida nos encanta em suas falas. Com domínio e segurança, transita do humor à firmeza, passando por certa metateatralidade em seu discurso, tudo acompanhado por um corpo vívido e voz plena. Como crianças que pedem mais uma história e outra antes de dormir, ao final de "Sete Ventos" ficamos com o desejo de ouvir mais do que Débora Almeida tem a contar.